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Ho Ho Ho! Saiu o episódio bônus de Natal! Neste especial, Lili (@lilicruz) entrevista um dos arquitetos e urbanistas mais renomados do país: Sérgio Magalhães. No papo, a responsabilidade do arquiteto, a posição política da profissão e as dificuldades de ser urbanista. Ouve aí! Feliz Natal!!


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One thought on “Arquicast 038 – Entrevista: Sérgio Magalhães”

  1. Posso sugerir um assunto?
    Aliás adorei a abordagem sobre a vida dos acadêmicos nos cast 019 (opinião bem polêmica que eu tenho é que estudantes de arquitetura gostam de se gabar que estudam muito, que não dormir por estar fazendo projeto é mais uma questão de levantar o ego e falta de planejamento. Ok eu sei que estudamos bastante, mas estudantes de arquitetura supervalorizam, super inflacionam o curso), cast 22 (fiquei com uma invejinha da Mariah? Sim posso ter ficado um pouquinho, é um caminho que eu quero muito percorrer, fazer um mestrado na Inglaterra, espero ter essa oportunidade, e ah antes de qualquer coisa, que voz desse Vinicius heim, chama no zap hahaah) e da diferença entre o IAB e CAU no cast 18 (já participei de várias palestras sobre a apresentação institucional do CAU, mas em minha cidade não existe uma atuação do IAB, e a diferença da área de atuação era uma questão que sempre ficava em voga, e agora devo concordar com a Lili sobre a participação, inclusive financeira, dos profissionais junto aos órgãos de classe para que estes dito órgãos consigam exercer uma atuação mais significativa junto à comunidade).
    1º) Bem, eu sou membro do Centro Acadêmico de minha faculdade e gostaria de sugerir o tema “Movimentos Estudantis”, entre os quais temos Centro Acadêmico, Atlética, Fenea, na minha faculdade temos uma Liga de Urbanismo e na cidade um CAU/Jovem. O que os senhores acham dos movimentos estudantis? Acham que podem ajudar de alguma maneira o acadêmico ou pode atrapalhar em algum aspecto? Algum dos 3 participou de algum grupo enquanto acadêmico?
    2º) Outro tema que gostaria muito que fosse debatido é a criação de “Empresas Juniores de Arquitetura”, o assunto já foi debatido e minha faculdade meio que colocou um empecilho na criação, a questão é até que ponto um EJ pode contribuir na formação acadêmica (desenvolvimento prático e empreendedor) do aluno e até que ponto a EJ pode se tornar um monstro que irá engolir o profissional no futuro, uma vez que a EJ irá competir no mercado (com um preço bem menor) junto com o arquiteto (que possui uma tabela, um código de ética e despesas);
    3º) Vocês falaram sobre a lei 11888 (ou seria 10888? Nunca me lembro) sobre assistência técnica gratuita, acho um tema muito fantástico, o difícil é fazer isso sair do papel e por em prática, em minha faculdade temos um Escritório Modelo (que nada mais é que uma sala de vidro em que os professores usam como depósito de trabalhos acadêmicos), depois que estruturamos o Centro Acadêmico a diretoria vem tendo constantes embates com a coordenação para fazer o EMAU funcionar, o resultado? Depois de 1 ano a faculdade decidiu oficializar a sala como sendo para os professores corrigir (leia depositar) os trabalhos dos alunos e extinguir o tema EMAU (é uma batalha que não chegou ao fim podem ter certeza). Enfim, gostaria de sugerir como tema os “Escritórios de Arquitetura e Urbanismo e como eles podem influenciar para que a lei 11888 (10888?) se torne realidade”, nas instituições que os senhores estudaram tinham um EMAU? E como um EMAU poderia ajudar na formação acadêmica?

    Me desculpem pelo enorme textão, é que venho procrastinando para escrever para vocês e acabou que acumulou muitos assuntos (um mal de estudante de arquitetura? Talvez).

    Um forte abraço para todos que fazem parte da equipe.

    Eislan Pimenta

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