
A acessibilidade na arquitetura e no urbanismo vai muito além da instalação de rampas ou banheiros adaptados; ela é a materialização do direito fundamental de ir e vir e de ocupar a cidade com dignidade. Projetar espaços acessíveis significa adotar o Desenho Universal como premissa, garantindo que ambientes, produtos e serviços sejam utilizáveis pelo maior número de pessoas possível, independentemente de suas capacidades físicas ou sensoriais. É importante desmistificar a ideia de que a acessibilidade é um “anexo” ao projeto ou um custo adicional. Ela qualifica a cidade e o projeto em sua estética e função, servindo, literalmente a todos, do cadeirante ao idoso, da pessoa com deficiência visual aos pais com carrinhos de bebê. Episódio especial gravado durante a Semana de Arquitetura e Urbanismo de 2025 da Uniacademia, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Participam:
Alexandre Ank é atleta paralímpico de tênis de mesa desde 2003. É destaque no cenário nacional e internacional do tênis de mesa paralímpico, sendo medalhista no Parapan-Americano e na Paralimpíada de Pequim. É assessor consultivo legislativo de comissão da Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Carlos Eduardo Mattos é arquiteto e urbanista e especialista em Desenvolvimento Estratégico do Projeto, ambos pela Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF). É Mestre em Habitação pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT/SP e professor da Uniacademia.
Denyse Pereira Neves Delgado é doutoranda em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ, mestre em Arquitetura e urbanismo (2012), na linha de pesquisa de Gestão territorial, pelo PPGAU/UFF, e Graduada em Arquitetura e Urbanismo (2009) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).Experiência em planejamento urbano e regional, sobretudo na subárea de gestão do território, com atuação na gestão e elaboração de Planos Regionais de Estruturação Urbana e Planos diretores participativos.
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